Set List do show do AC/DC
1. "Rock'n roll train" - de "Black ice" (2008)
2. "Hell ain't a bad place to Be"- de "Let there be rock" (1977)
3. "Back in black" - de "Back in black" (1980)
4. "Big Jack" - de "Black ice" (2008)
5. "Dirty deeds done dirt cheap" - de "Dirty deeds done dirt cheap" (1976)
6. "Shot down in flames" - de "Highway to hell" (1979)
7. "Thunderstruck" - de "The razor's edge" (1990)
8. "Black ice" - de "Black ice" (2008)
9. "The Jack" - de "T.N.T." (1975)
10. "Hells bells" - de "Back in black" (1980)
11. "Shoot to thrill" - de "Back in black" (1980)
12. "War machine" - de "Black ice" (2008)
13. "Dog eat dog" - de "Let there be rock" (1977)
14. "You shook me all night long" - de "Back in black" (1980)
15. "T.N.T." - de "T.N.T." (1975)
16. "Whole lotta Rosie" - de "Let there be rock" (1977)
17. "Let there be rock" - de "Let there be rock" (1977)
BIS
18. "Highway to hell" - de "Highway to hell" (1979)
19. "For those about to rock (We salute you)" - de "For those about to
rock" (1981)
NO MORUMBI, UMA FILA DE FÃS JÁ AGUARDA O AC/DC
* Luiz Antônio Machado
Muitos dos fãs que pagaram ingresso para assistir ao show do AC/DC já estão desde ontem (26/11) acampados na porta do estádio do Morumbi, palco da apresentação que a banda faz esta noite na capital paulista, dando continuidade à turnê Black – Ice World Tour. Além da clássica presença de camisetas pretas e botas, guarda-chuvas também eram usados como acessório, devido à chuva que caía na tarde desta última quinta na capital paulista.
O show está previsto para começar às 21:30 e terá abertura dos músicos Andréas Kisser (que também realizou a abertura do The Police Live in Rio) e Nasi (Ira!). Os cerca de 65 mil ingressos colocados a venda já estão praticamente esgotados e não haverá disponibilidade nas bilheterias do estádio. É vedada a entrada de menores de 12 anos, entre 12 e 15 será permitida a entrada desde que acompanhados pelos pais ou responsáveis legais e a partir de 16 anos é permitida a entrada (desacompanhados).
Para o espetáculo desta noite os espectadores contarão com a formação mais conhecida da banda com Cliff Williams no baixo, Phil Rudd na bateria e Brian Johnson, o vocalista que assumiu o lugar do lendário e já falecido Bom Scott, além dos irmãos Malcom e Angus Young, este último considerado como um dos maiores guitarristas do mundo e com performance extraordinária no palco. Além das músicas do mais novo disco, os fãs poderão se exaltar com os eternos clássicos que marcaram época, como “Hells Bells” e a pesada “Back in Black”.
Apesar do peso e gabarito da banda junto ao cenário do Rock mundial nada foi confirmado sobre uma possível transmissão do show pela TV. Para o guitarrista Derhel, de 38 anos, com tantas opções com DVD nos dias atuais não existe grande expectativa de show pela Televisão: “Seria bom ver a transmissão pela TV, mas nada se compara a ver um show ao vivo”, afirmou. Já para a assistente de documentação Regiane Andrade, de 33 anos, a transmissão traria uma emoção muito grande: “A emoção alternativa seria pelo menos ver e ouvir as minhas músicas preferidas”, completou. Os fãs continuam torcendo.
O BRASIL A ESPERA DE ANGUS YOUNG, 13 ANOS DEPOIS
Foto de MRossi Treze anos depois de sua última apresentação no país a banda fundada pelos irmãos Young está de volta ao Brasil, desta vez para um único show no estádio do Morumbi. A Banda australiana está em turnê pelo mundo divulgando seu mais recente trabalho, o álbum Black-Ice.
No ano de 1985 o AC/DC pisou pela primeira vez em terras brasileiras para duas apresentações no Rio de Janeiro, dentro do Rock in Rio I. A banda aceitou o convite da produção do evento desde que o seu tradicional sino (O mesmo que é marretado por Brian Jhonson na música Hells Bells) viesse também. Acontece que o palco do evento não suportou o peso de meia tonelada, obrigando a produção a preparar um alternativo, feito de gesso. O AC/DC apresentou-se nos dias 15 e 19 de janeiro de 1985 para um público de aproximadamente 300 mil pessoas, somando-se os dois dias.
Já o show de Curitiba foi resultado de uma “burocracia” causada pela prefeitura da cidade do Rio de Janeiro, que não liberou o estádio do Maracanã para ser palco do evento, que também incluía o estádio do Pacaembu em São Paulo. Naquela época, o AC/DC excursionava pelo mundo a fim de divulgar o álbum Ballbreaker.
SOM CRU E SEM EFEITOS
A apresentação do próximo dia 27 certamente marcará a vida de todos os fãs do Rock e dos amantes da banda australiana. As pessoas que estiveram presentes no primeiro Rock in Rio terão a oportunidade de levar seus filhos, numa demonstração de que o Rock é um estilo que atravessa gerações. O músico Michel Lotti, de 29 anos, acredita que a banda é a melhor do estilo na atualidade: “Possui um som cru e sem efeitos, baixo guitarra e bateria”. De malas prontas para São Paulo, ele nos conta que era muito novo no ano de 1985, mas que se recorda muito bem da movimentação para o show de 1996, realizado no estádio Couto Pereira, em Curitiba: “A galera da escola ameaçou armar uma excursão para o show que acabou não rolando (vários pais barraram seus pimpolhos). Foi complicado, mas esse ano não tem erro, estou agarrado!”.
INTERNET ANTECIPA O QUE VEM POR AÍ
Michel confirma que o AC/DC exerceu grande influência em sua banda, o Jack Tequila, da qual é vocalista. Para ele, a atitude que o AC/DC repassa dentro do palco foi totalmente aplicada pelo seu grupo, além de outra grande lição deixada pela banda dos irmãos Young: “A de que na maioria das vezes o simples é o melhor”, completou.
* Por Luiz Antônio Machado

